Marcos Bergamasco-Portal MT
O deputado Max Russi, presidente da ALMT, que assumiu o comando do Podemos: peça-chave no tabuleiro da disputa eleitoral
Depois de “arrastar” dezenas de prefeitos para o Podemos – após deixar o PSB -, o deputado estadual Max Russi virou uma espécie de “noiva da vez”, no ambiente político-eleitoral de Mato Grosso.
O passe do presidente da Assembleia Legislativa, que já era cobiçado, ganhou uma valorização acentuada, no contexto das articulações para as eleições de outubro deste ano.
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Russi entrou, definitivamente, na mira de caciques da política regional, como os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União),
WF quer fortalecer sua condição de “candidato do Bolsonaro” ao Governo, enquanto JC briga por espaço no seu partido para disputar a eleição majoritária.
Em meio às articulações, também foi valorizado o passe da prefeita de Jaciara (145 km ao Sul de Cuiabá), Andréia Wagner (Podemos), que vem a ser a esposa de Russi. É cotada para compor chapa como vice.
Só que, enquanto, esses líderes assediam o presidente da AL, o deputado simplesmente faz acenos para o Palácio Paiaguás: admite apoiar o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Na verdade, Russi já é da base do governador Mauro Mendes (União), que impôs o vice como seu candidato a governador.
Resumo da ópera: o deputado “esnoba” com sua liderança e coloca o Podemos como peça-chave no xadrez eleitoral no Estado.



